30/10/2014

Edivaldo Holanda Jr rumo ao PT

Sessão de congratulação ao Prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, pela VITÓRIA da Presidenta Dilma Rousseff , realizada pelos partidos que compuseram o comitê Dilma & Flávio Dino (PT Autêntico, PC do B, PDT,PP e PTC)

Flávio Dino anuncia secretário de Direitos Humanos e Participação Popular

Chico Gonçalves com o poeta da resistência César Teixeira e esposa.
O governador eleito Flávio Dino divulgou na manhã desta quinta-feira (30) o secretário de Direitos Humanos e Participação Popular. Com forte atuação junto aos movimentos sociais, o professor Francisco Gonçalves assumirá a pasta a partir de 1º de janeiro.

Com o redesenho previsto para a Secretaria, ela será responsável por conduzir as políticas sociais para melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano, a implantação do orçamento participativo e da atuação dos conselhos nas ações do Poder Executivo.

Conheça o perfil do novo secretário:

FRANCISCO GONÇALVES DA CONCEIÇÃO - Secretário de Direitos Humanos e Participação Popular

Francisco Gonçalves é formado em Comunicação Social/Jornalismo (UFMA), doutor em Comunicação e Cultura (UFRJ) e professor do Departamento de Comunicação Social da UFMA. Com forte relação com os movimentos sociais desde a década de 70, Francisco foi assessor da Comissão Pastoral da Terra (CPT-MA) e conselheiro da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH)
.
Presidente da Fundação Municipal de Cultura de São Luís desde 2013, Francisco é pesquisador e foi também chefe do Departamento de Comunicação Social da UFMA. Sua atuação política vem desde a fundação do PT-MA, partido no qual sempre teve atuação ligada à defesa dos movimentos sociais e trabalhadores maranhenses.

Durante a campanha de Flávio Dino, desempenhou importante papel junto aos movimentos sociais, sendo um dos articuladores do “Pacto por um IDH Justo”, iniciativa que tem por objetivo unir esforços em toda a sociedade para  reverter os índices sociais do Maranhão.

29/10/2014

Flávio Dino visita Tribunal Regional Eleitoral


O governador eleito do Maranhão, Flávio Dino, foi recebido na manhã desta terça (28) pela Corte Eleitoral do Maranhão. Na reunião, a data para a diplomação dos candidatos eleitos nas últimas eleições estaduais no Maranhão ficou marcada para o dia 19 de dezembro, em São Luís.

Em visita à sede do Tribunal Regional Eleitoral, Flávio Dino conversou com os membros da Corte sobre o período eleitoral e sobre a oficialização do resultado das eleições de 2014. O desembargador Froes Sobrinho - presidente do Tribunal Regional Eleitoral - parabenizou Flávio Dino pela vitória nas urnas e destacou o trabalho respeitoso e assíduo do corpo jurídico do então candidato durante as eleições.

Além disto, Froes fez um relato sobre as inovações das eleições 2014, como a ampliação do uso da biometria, do número de juízes e promotores eleitorais e a agilidade na divulgação do resultado. “Tive o privilégio de comandar estas eleições históricas para o nosso estado,” destacou.
Eleito governador com 63,52% dos votos dos maranhenses, Flávio Dino cumprimentou os magistrados que conduziram a eleição e os servidores do TRE – órgão em que Flávio Dino trabalhou como juiz federal, entre 1995 e 1997. “Para mim, é um prazer voltar a esta Casa e visitá-los, pessoas que conheço de longas datas. E que, nas suas condições de juízes, agiram com imparcialidade e impessoalidade,” disse.

Participaram da reunião os membros da Corte Eleitoral Froes Sobrinho, José Eulálio, Daniel Blume, Alice Rocha, Raimundo Nonato Neris, Eduardo Moreira, Clodomir Reis. 

Flávio Dino estava acompanhado do deputado Marcelo Tavares (PSB) e dos advogados Carlos Lula, Deyse Menezes e Rodrigo Lago, que atuaram na campanha eleitoral.

28/10/2014

Cadê o Ministério Público?

Lissandra Leite compartilhou a foto de O Imparcial.

É óbvio que pelo menos 90% dessas pessoas não trabalhavam - eram só apadrinhados políticos. Não seria o caso do Ministério Público do Estado do Maranhão entrar com uma ação para que eles devolvam o dinheiro público recebido indevidamente? Ou pra responsabilizar por improbidade os agentes que permitem esse abuso?
Casa Civil exonera 187 servidores estaduais em menos de 
um mês.

Análise de mídia desta terça (28)

A economia desponta como tema principal dos jornais, após a reeleição. Com pressão explícita por um nome do mercado.
Manchete da Folha: “Dilma busca para a Fazenda nome do mercado financeiro”. Com linha-fina sobre alta do dólar queda da Bolsa.
Manchete do Valor: “Lula faz três indicações de nomes para a Fazenda”. Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, Henrique Meirelles e Nelson Barbosa.
Estadão: “Dilma insiste em diálogo e evita antecipar medidas econômicas”.
Aqui cabe uma observação no campo político. Qual a palavra-chave da segunda manchete? “Diálogo”. Agora observemos o título do artigo que o Estadão colocou mais ao alto, na capa, por Celso Ming: “Que diálogo?”
Manchete de O Globo: “Congresso já reage a proposta de plebiscito”. A submanchete diz que os bancos elogiam o chamado ao diálogo. Merval Pereira escreve que temos crises econômicas, políticas e institucionais já programadas.
Editorial de O Globo sobre a “mensagem das urnas” elogia a disposição ao diálogo, mas critica o plebiscito. O jornal diz – inacreditavelmente - que a eleição deixa o país dividido “entre o bloco dos que produzem e pagam impostos e o dos beneficiários de programas sociais”.
O editorial principal do Estadão diz que Dilma Rousseff já começou “dando motivos para o ceticismo”. Porque ela não mencionou o nome de Aécio Neves e por ter falado em reforma política. São praticamente as mesmas palavras da Economist. Dora Kramer (para variar) faz coro em relação ao ceticismo.
José Paulo Kupfer e até José Roberto de Toledo, fora de sua praia, valorizam, ainda na capa do jornal paulista, a indicação do novo titular da economia. O segundo editorial do jornal fala em economia “devastada”.
E, por falar em José Roberto de Toledo, vale observar sete mitos eleitorais desconstruídos pela base de dados do Estadão, no caderno sobre eleição: 1) Foi o Nordeste que elegeu Dilma (ela não teve menos de 40% de votos em nenhuma região; 2) Palanque estadual influencia eleitores; 3) Pesquisas erram resultado da urna; 4) Votos nulos são sinal de protesto; 5) Família Campos transfere votos; 6) Minas foi decisivo nesta disputa; 7) Abstenção é alta e demonstra apatia.
Abre do caderno Mercado, da Folha: “Petrobras cai 11% após reeleição de Dilma”.
A estatal ganha relativamente pouco espaço no noticiário político. Mas motiva o editorial principal da Folha. Estadão, O Globo e Valor repercutem a contratação, pela Petrobras, de duas consultorias para apurar denúncias.
Com Análise de Mídia!

Governador eleito anuncia Neto Evangelista para a Secretaria de Desenvolvimento Social


COMUNICADO Nº 10 - EQUIPE DE GOVERNO

Comunico à sociedade maranhense a seguinte indicação para nossa equipe de governo, a ser nomeada e empossada no dia 1º de janeiro de 2015:

NETO EVANGELISTA - Secretaria de Desenvolvimento Social

São Luís, 28 de outubro de 2014.

Flávio Dino
Governador eleito do Maranhão

Ganhar para que ? Palavras duras, mas necessárias. Dilma, o PT e a esquerda brasileira precisam mudar, por Aldo Fornazieri

Dilma sendo interrogada na época da Ditadura Militar.
Neste domingo votei em Dilma com duas convicções: 1) a presidente termina seu primeiro mandato com resultados que ficam aquém daquilo que as potencialidades da conjuntura proporcionavam; 2) Dilma e o PT terão que mudar de rumos se quiserem manter a perspectiva de futuro. O resultado das eleições foi uma exceção. A conjuntura era de mudança e a lógica seria a de que a oposição tivesse triunfado. Só não triunfou porque Aécio Neves, embalado pela agressividade, pelo falso moralismo, pela disseminação de preconceitos e pela ausência de um programa consistente, não conseguiu gerar confiança na maioria do eleitorado.
Dilma cometeu inúmeros erros na condução da política econômica. Repetiu fórmulas que deram certo no governo Lula, mas que não faziam mais sentido com as mudanças de conjuntura. Atrasou o plano de infra-estrutura por equívocos e preconceitos iniciais. Adotou uma política monetária e cambial confusa que não conseguiu redirecionar recursos para investimentos produtivos e nem conseguiu manter a inflação baixa. Na política fiscal voltaram as velhas maquiagens, perniciosas à credibilidade do país. No plano externo foi inapetente e manteve o Brasil recuado em suas próprias fronteiras. Não foi agressiva na política comercial – uma exigência dos tempos. O resultado foi a desconfiança dos investidores, o baixo crescimento e a redução de ritmo na criação de empregos e na elevação da renda.
No plano político, os passivos são maiores. Colocou gente que não entende de política para cuidar da articulação política; deixou Gilberto Carvalho esquecido no Planalto, retirando-lhes as funções de articular os movimentos sociais; o Conselhão do governo Lula foi abandonado; o diálogo com os partidos e com a sociedade foi pífio; o Ministério, ou por medo da chefe ou por incompetência, foi uma negação. Em resumo: foi um governo burocrático e arrogante, que não exerceu a atividade política de forma criativa, agregadora de energias e de propósitos orientados por um projeto claro de futuro para o país. Por não definir com clareza os fins do seu governo, perdeu-se nos meios. Dilma escolheu o caminho da solidão e exilou-se dentro de si mesma.
Dilma, antes de tudo, terá que mudar de estilo e de conduta como presidente. Terá que governar exercitando o diálogo democrático, pois sem ele a própria democracia não se desenvolve. Terá que destravar politicamente o governo, seja na relação com a sociedade, seja na relação com os partidos e o Congresso. Terá que trocar a equipe econômica, que carece de credibilidade. Terá que escolher um ministério mais qualificado, com ministros capazes de afirmar sua personalidade política e sua capacidade de gestão. Terá que fazer uma limpeza moral nas estatais, principalmente na Petrobras, para recuperar a credibilidade e a eficiência das mesmas.
Dilma começará o segundo mandato imersa em um paradoxo. Por um lado, terá que recuperar a credibilidade do governo num ano de ajustes duros e com movimentos sociais mais propensos a levarem suas lutas para as ruas. A fragmentação do Congresso também será um enorme desafio. Por outro, é preciso reconhecer que a vitória nas urnas representa uma espécie de resgate da própria presidente. Venceu contra uma conjuntura adversa, contra um adversário que usou as armas do ludibrio e do engano, contra uma parcela conservadora da sociedade que disseminou o ódio e todo o tipo de preconceito, contra a volúpia especulativa do mercado financeiro e contra um bombardeio intermitente e impiedoso de setores da mídia. Dilma deveria saber aproveitar a potência desse auto-resgate para fazer ajustes profundos em seu governo, com o objetivo de produzir resultados profícuos, passadas as dificuldades iniciais do seu segundo mandato. Será a coragem de mudar e o alcance das mudanças que dimensionarão o lugar que Dilma terá na história.

O PT Deve Mudar
A campanha eleitoral de 2014 foi marcada por um forte antipetismo em setores expressivos do eleitorado. De acordo com as pesquisas, o PT perdeu a adesão nas classes médias, e da maior parte dos mais jovens e dos mais escolarizados. Mesmo entre aqueles que têm o ensino médio, 49% têm uma imagem negativa do partido. Ao perder a adesão dos jovens, o partido perde a perspectiva de futuro.
As razões do antipetismo são de duas ordens. A primeira diz respeito ao ressentimento de setores da classe média que perderam status social pela ascensão das camadas sociais excluídas. É nítido o incômodo da classe média tradicional com a presença da chamada classe C em aeroportos, nos shoppings, nas universidades, nos cinemas e até com o aumento do número de pessoas proprietárias de carros. O ressentimento social fomenta o ódio que esses setores, que se sentem ameaçados, destilam contra o PT por identificar o partido como promotor da ascensão dos debaixo. A violência verbal e, às vezes física, e até mesmo atitudes neofascistas são alimentadas e radicalizadas pelos representantes midiáticos do conservadorismo. O ressentimento preconceituoso se expressa num coquetel explosivo: antipetismo, homofobia, preconceito contra pobres, negros, nordestinos e mulheres.
A outra face do antipetismo é estimulada pela a corrupção de membros do partido e pela arrogância de petistas. O próprio presidente Lula reconheceu, durante a campanha, que o partido se corrompeu, que se transformou “numa máquina de fazer dinheiro”. Os filósofos políticos clássicos sempre advertiram que a corrupção é o principal mal das repúblicas. Na história das esquerdas democráticas ocidentais, particularmente na América Latina, a corrupção foi a causa da erosão de muitos partidos e governos. O fato é que o PT vem sendo identificado como um partido corrupto nos mais variados setores sociais. Mesmo na classe C, a mais beneficiada pelos governos petistas, a imagem do partido só é positiva para 36%. O PT encontrou uma forma estranha para lidar com a corrupção em suas fileiras e em seus governos: se defende e se justifica atacando a corrupção dos outros partidos. Se o partido quiser renovar-se e sair da vala comum da maioria dos partidos terá que lidar de forma intransigente com o problema da corrupção, promovendo uma limpeza interna e propondo mecanismos institucionais capazes de reduzir a corrupção estrutural que graça no Brasil.
A arrogância e a falta de humildade dos petistas também são combustíveis que alimentam o antipetismo. Invoque-se aqui, novamente, a autoridade do presidente Lula que asseverou que o partido se tornou “um partido de gabinetes”. Na medida em que o PT foi se consolidando como partido do poder, escavadeiras potentes escavaram fossos profundos entre os dirigentes e políticos petistas e o povo. Até mesmo a militância do partido foi sendo afastada de uma relação mais direta com seus líderes, com exceção dos momentos de campanha, é claro. Registre-se que há notórias e honrosas exceções nessas condutas.
Mas não resta a menor dúvida que muitos políticos petistas foram assumindo a ideologia e a conduta do “novo rico” a partir das vitórias eleitorais e do desfrute das comodidades do poder. O partido fechou-se para o diálogo e para as críticas. Fechou muitas portas à participação da militância e dos movimentos sociais. Eleitores e integrantes do partido que ousam criticá-lo são estigmatizados como inimigos – agentes do PIG. Invariavelmente, o debate aberto e crítico, de idéias e propostas, é substituído pelas adjetivações desqualificadoras. Uma pessoa que queira realmente contribuir com a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e solidária não pode apresentar-se como um similar de sinal trocado do radicalismo de direita. Essa arrogância petrificante fez com que setores mais politizados buscassem opções de voto no PSol, por exemplo. O esmorecimento das virtudes políticas e morais no PT paralisou até mesmo sua capacidade de inovar nas políticas públicas. Se o PT quiser recuperar a perspectiva de futuro terá que fazer uma profunda reforma política e moral interna.
Aldo Fornazieri – Cientista Político e Professor da Escola de Sociologia e Política.

O governador eleito Flávio Dino anuncia Telma Moura de Olveira para Chefe de Cerimonial


COMUNICADO Nº 9 - EQUIPE DE GOVERNO
Comunico à sociedade maranhense a seguinte indicação para nossa equipe de governo, a ser nomeada e empossada no dia 1º de janeiro de 2015:
TELMA MOURA DE OLIVEIRA - Chefe de Cerimonial
São Luís, 28 de outubro de 2014.
Flávio Dino
Governador eleito do Maranhão

TELMA MOURA DE OLIVEIRA – Chefe de Cerimonial

Com experiência em vários ramos da comunicação, Telma Moura é formada em Comunicação Social – Relações Públicas há 20 anos. Dedicou maior parte de sua atividade profissional a conduzir a Chefia de Cerimonial em órgãos públicos. Desde 2006, ocupa a chefia de cerimonial da Prefeitura de Caxias – MA.

Com experiência em redação de jornal impresso, rádio e televisão, Telma Moura é maranhense e pós-graduada em Assessoria de Imprensa e também foi responsável pela condução da assessoria de comunicação da Gerência Regional de Caxias, órgão representante do Governo Estadual.

Sergio Tamer e Aldir Dantas mandam recado a Jefferson Portela

Do blog de Aldir Dantas:
"Jeferson Portela vai receber a Secretaria de Segurança Pública praticamente falida e envolvida em uma corrupção exacerbada fruto dos desmandos praticados pelo agente da policia federal Aluísio Mendes, que precisam ser apurados..."

Por que Aécio foi derrotado em Minas Gerais 3 eleições, em menos de um mês?

O PSDB mineiro credita a derrota de Aécio Neves na eleição presidencial ao desempenho ruim no próprio quintal, Minas Gerais.
WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR
  • O Senador Aecio Neves perdeu tres eleições em sua base em menos de um mês. Não precisamos de análises técnicas profundas para dizer, no mínimo, que seu modelo de gestão foi severamente questionado pelos seus supostos beneficiários, o povo mineiro. Poderia-se alegar que os mineiros "não entenderam" as intenções do Senador, argumento que não se sustenta após uma rápida olhada nos recursos públicos utilizados em publicidade e propaganda durante o governo tucano. O fato é importante pois uma das estratégias do PSDB era se colar à consigna da "boa gestão", daqueles que "prometem e fazem", enfim, de um estilo gerencial diferenciado do PT. Não deu certo, pelo menos dessa vez. Por isso eu acho que a manchete está exata e rigorosamente ao contrário, invertida, não?

27/10/2014

Flávio é de esquerda desde longe!

Flávio é de esquerda desde longe! Na foto o membro do Diretório Nacional do PT Márcio Jardim acompanhou Flávio Dino, no local de votação,no Olho D'agua, onde declarou voto para a presidenta Dilma, apesar de não ter participado da campanha devido compromissos com os partidos de oposição,no Maranhão. Entretanto, o seu partido (PCdoB) participou ativamente da campanha no 1º e 2º turno, através da sua militância e do seu incansável presidente estadual Márcio Jerry.

Flávio é de esquerda desde longe!
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Prefeito Edivaldo Holanda Jr emite nota de congratulação pela vitória de Dilma

NOTA
A conclusão do processo eleitoral com a reeleição da presidenta Dilma Rousseff é mais uma demonstração do fortalecimento da democracia brasileira acenando para o avanço das conquistas sociais alcançadas no país, nos últimos anos.

Como prefeito de São Luís, congratulo-me com a presidenta Dilma por sua recondução ao Palácio do Planalto na certeza de que nosso país sob seu novo governo realizará as reformas necessárias para que se consolide como uma economia forte no cenário global e socialmente cada vez mais justo.

A reeleição da presidenta Dilma, com consagradora votação em nossa querida São Luís, nos dá a convicção de que nossa cidade viverá um novo momento com a perspectiva de ampliarmos as parcerias do município com o governo federal para avançarmos especialmente em sua infraestrutura e programas sociais.

Nossa população terá a oportunidade de ver algo inédito, nas últimas décadas, o trabalho conjunto entre os governos federal, estadual e municipal, defendido por nós, como fator essencial para o desenvolvimento de nossa cidade com melhores indicadores sociais.


Edivaldo Holanda Júnior
Prefeito de São Luís

O PT terá que mudar


Os sarnopetistas ainda não entenderam os recados das urnas e das ruas. A vitória de Dilma é uma vitória dos movimentos sociais, os mesmo que se empenharam pra derrotar o grupo Sarney . Dessas eleições, tucanos e sarneistas são os grandes derrotados. Por um lado. O governo da familia Sarney é responsável pelos péssimos indicadores sociais do estado; por outro, os tucanos tentaram criminalizar os movimentos sociais e as conquistas do povo brasileiro. Bandeira do PT na casa grande é, assim, um insulto a esperança do povo de Beláguas e dos que fizeram dessa campanha o espaço de luta por um Brasil melhor. A votação de Dilma no Maranhão foi a melhor resposta aos que fazem política produzindo miséria e aos que fazem política criminalizando os movimentos sociais e suas conquistas. No Maranhão, no Brasil, uma nova agenda foi exposta na mesa da política.

Ato de comemoração da vitória da Dilma com a Militância Petista, PCdoB e movimentos sociais, ontem (27), no Comitê Beira-Mar

Comemoração da Vitória da Presidenta Dilma Rousseff no Comitê da Militância Petista, na Beira-Mar, em São Luís/Maranhão. Presença dos partidos da base aliada, movimentos sociais, sindicalistas...A Festa foi linda! Valeu!
Discurso do Presidente do PC do B/Ma, Márcio Jerry Saraiva Barroso
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Maranhão registra maior votação proporcional a Dilma no país

Presidenta reeleita alcançou mais de 78% dos votos válidos no estado.
Em Belágua, representante do PT obteve 93,3% dos votos.


Em uma das eleições mais acirradas do país, oMaranhão foi o estado que mais contribuiu proporcionalmente para a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Com 100% das urnas apuradas, 78,76% dos votos válidos foram dados para a representante do Partido dos Trabalhadores (PT).
O desempenho petista foi bem parecido ao registrado na primeira eleição de Rousseff, em 2010, quando a petista obteve 79,09% dos votos válidos no estado, contra 20,91% de José Serra, então representante do PSDB.
Dentre os municípios maranhenses, a maior votação proporcional alcançada pela candidata aconteceu em Belágua, localizado na região leste do estado. Com 7.191 habitantes, de acordo com estimativas do IBGE, 93,93% dos votos válidos (3.558 votos) foram dados a Dilma Roussef. Aécio Neves (PSDB) obteve apenas 6,07% (230 votos). A abstenção na cidade ficou em 23,79%.
Na capital, São Luís, maior colégio eleitoral do estado, 70,41% (362.073) dos votos válidos foram obtidos pela representante do PT, enquanto que o Neves ficou com 29,59% (152.197). A abstenção em São Luís ficou em 12,76%; os votos em branco 1,06% e os nulos, 2,68%.
Com G1.
Enviado por Eri Santos Castro.
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